A inserção de materiais inertes, pontualmente, pelo interior do jardim, quer através de pequenos muretes brancos, quer por recurso a gravilhas ou lajetas de pedra, cria uma sólida simbiose, entre jardim e casa; a complementaridade entre estas entidades é tal que deixamos de conseguir considerar a sua existência em separado.
Ainda que de dimensões medianas, existia um claro objetivo de se conseguir agregar diferentes usos, para diferentes fases do dia.
Ao percorrer o jardim, em torno da moradia, deparamo-nos com cores, texturas, volumetrias e espaços diferentes, com áreas de estadia, passando por um relvado natural que se estende desde a piscina, até a um pequeno pomar.
Nesta vertente, o papel da vegetação, tipicamente mediterrânica, foi determinante para garantir transições suaves e uma harmonia total do conjunto.
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